segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Um truque de magia muito bom...
Como não fugir da policia
Que gajo otário, o que é que ele tencionava fazer?
A ida à praia da especie canina
Sim senhor, estes cães foram treinados para fazer tudo o que as pessoas fazem quando vão à praia. Genial!
Dad Fail
Para a próxima vê se atinas!
Os portugueses poderão escolher o fornecedor de energia já em 2013
A partir de 1 de Janeiro de 2013 os consumidores domésticos vão poder escolher o fornecedor de energia, o que significa que vão deixar de estar condicionados à EDP. Com esta alteração vão acabar os preços regulamentados e cada empresa vai poder praticar a sua tarifa.
Estas alterações poderão trazer algumas vantagens aos consumidores de electricidade, já que estes passarão a ter um maior poder negocial, no entanto ficarão sujeitos às flutuações do mercado, podendo pagar mais ou menos consoante o custo da energia nos mercados internacionais, como já acontece no gás natural, refere o jornal i.
À semelhança deste sector, haverá maiores oscilações do preço ao longo do ano, quer para mais, quer para menos, dependendo da conjuntura internacional, dado que Portugal ainda depende muito do exterior a área da electricidade.
No entanto ainda não se sabe se as taxas que actualmente são incluídas na factura de electricidade da EDP continuarão a fazer parte das futuras contas enviadas aos consumidores domésticos ou se passarão a ser cobradas de outra forma.
Segundo o jornal i, a liberalização deste mercado não significa, contudo, que o preço da electricidade vá descer de imediato, até porque os preços praticados pela EDP não reflectem a realidade do mercado. São preços regulados pelo governo sob proposta da ERSE, a entidade reguladora do sector, que não reflectem as variações dos elementos que compõem o preço da energia eléctrica, como o custo dos combustíveis e os subsídios concedidos pelo estado às energia renováveis.
Caso o consumidor doméstico decida trocar de fornecedor, a mudança de contador de luz será gratuita e não ultrapassa, em média, os dez dias de espera. No entanto, a troca de fornecedor de energia não obriga a esta alteração nem a de qualquer outro aparelho.
No caso da escolha de outra empresa há que ter em conta ainda a eficiência energética das casas, uma escolha mais rigorosa de electrodomésticos e uma escolha cuidada do tarifário bem como as formas de pagamento mais favoráveis.
A liberalização do mercado da energia eléctrica para os consumidores domésticos já deveria ter entrado em vigor em 2007 mas o governo optou por liberalizar apenas o consumo para as grandes empresas.
Texto: Sapo
Estas alterações poderão trazer algumas vantagens aos consumidores de electricidade, já que estes passarão a ter um maior poder negocial, no entanto ficarão sujeitos às flutuações do mercado, podendo pagar mais ou menos consoante o custo da energia nos mercados internacionais, como já acontece no gás natural, refere o jornal i.
À semelhança deste sector, haverá maiores oscilações do preço ao longo do ano, quer para mais, quer para menos, dependendo da conjuntura internacional, dado que Portugal ainda depende muito do exterior a área da electricidade.
No entanto ainda não se sabe se as taxas que actualmente são incluídas na factura de electricidade da EDP continuarão a fazer parte das futuras contas enviadas aos consumidores domésticos ou se passarão a ser cobradas de outra forma.
Segundo o jornal i, a liberalização deste mercado não significa, contudo, que o preço da electricidade vá descer de imediato, até porque os preços praticados pela EDP não reflectem a realidade do mercado. São preços regulados pelo governo sob proposta da ERSE, a entidade reguladora do sector, que não reflectem as variações dos elementos que compõem o preço da energia eléctrica, como o custo dos combustíveis e os subsídios concedidos pelo estado às energia renováveis.
Caso o consumidor doméstico decida trocar de fornecedor, a mudança de contador de luz será gratuita e não ultrapassa, em média, os dez dias de espera. No entanto, a troca de fornecedor de energia não obriga a esta alteração nem a de qualquer outro aparelho.

A liberalização do mercado da energia eléctrica para os consumidores domésticos já deveria ter entrado em vigor em 2007 mas o governo optou por liberalizar apenas o consumo para as grandes empresas.
Texto: Sapo
Sair de um reality show like a boss
OMG que rei! ahah
Não percebi o porquê da parte do fim...
Não percebi o porquê da parte do fim...
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