sintoniza-te ainda mais

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Amo-te!

Parei mesmo à tua frente e fixei-me a olhar para ti. Tu toda preocupada depressa me perguntaste – Ai o que foi? Tenho alguma coisa na cara? Não! Respondi-te eu. – É no cabelo, é isso? Não, princesa! Então? Porque estás a olhar assim para mim? Olho assim para ti porque todos os dias me apaixono por ti. Apaixono-me, por esse cabelo longo escuro, tão liso, tão macio como cetim. Apaixono-me, por esses teus lindos olhos verdes que constantemente brilham quando para eles olho. Apaixono-me, por essas pestanas que tentas arrebitar com rímel. Apaixono-me, por esse teu narizinho arrebitado. Apaixono-me por esses teus lábios lindos que só mos apetece beijar. Apaixono-me, por essa tua pela morena, lisa e macia que vontade de me acariciar me dá e por essas tuas covinhas que te aparecem na cara quando para mim te ris. Apaixono-me cada dia por tudo o que está no interior do que eu disse. Apaixono-me, por seres a mulher com o interior mais lindo que conheci. Apaixono-me por essa tua bondade que te leva a ajudar uma velhinha com as compras ou a de criares um abrigo para um caracol. Apaixono-me, por dares sempre a mão ao teu amigo que de ti precisa, mesmo quando dias antes, a cara de ti desviava. Apaixono-me, por te a mim dedicares. Apaixono-me, porque quando me ferem, ferida te sentes. Apaixono-me por cuidares de mim e me teres transformado no homem mais feliz a caminhar à face da terra. Amo-te! 


Licença Creative Commons
O trabalho Amo-te! de Micael Marques Santos está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Ler à bêbado e labrego (para fácil compreensão)

- OOOOOUUUHHHH QUARALHO
- Quié Zié?
- Eu num estou bebado.
- Pos não estás a marinar pelo álcool
- Oh Quinhe
- Quié?
- Oh oh Quinhe
- Quié pan?
- Oh Quinhe?
- QUE QUERES QUARALHO?
- Olha-me só aquela catraia eheheheheh
- Ou pan, já estás bebado.
- OOUUUUUHH TOU O QUARALHO. Tou nada pan.
- Tás bebado tas pan.
- Puquê? Puquê que dizes isso?
- Porque aquela catraia é a tua irmã.
- Ahhhhn num vi
- Ohhh Zié
- Dije Quinhe
- Oh Zié
- Diz-me pan, eu num estou bebado. Só um bocadinho vân.
- Olha-me só aquele gajo a comer a tua irmã.
- Que tenhe?
- Tá a comer a tua irmã. É suposto ires lân e partir-lhe a boca.
- Ahh já num me lembrava disso. Vamos lân então.
- AHHHH O QUARALHO. Ela é tua irmã num é minha.
- Ahh poisê poisê, esqueci-me quarago.

(Pum Pum Pum ca buuuuum tchhh)

- Oh Zié, num morras pân. (Choro) - Ainda és muito novo. - Mas tambenhe vamo lá ver, sobra mais vinho eheheheheh

(O Zé começa a abrir o olho direito)

- Ohhh Zié num morreste pân.
- Ehhhh Quinhe dá cân um abraço.
- Eh pân éje mesmo fraco pân.
- OUUH O QUARALHO. O gajo faje ginâsio pân.
- Foda-se se fôsse eu o gajo estava a quaminho do hospitale.

(Tudo isto está a acontecer enquanto o a irmã do Zé está a ser comida pelo Tozé Marreco encostada a uma casa de banho mesmo atrás do Quim e do Zé.
Entretanto, passados 3 minutos o Tozé Marreco atinge o climax e a irmã do Zé, apercebendo-se pede euforicamente para o Tozé se vir na cara dela. Entretanto, o Tozé Marreco tinha outras ideias...)

- OHHHHHH Quinhe.
- Quié Zié? Queres buber?
- Não pân estân a começar a chover.
- Tá nâda pan, isso é do vuinho.

(Enquanto isso, começa a segunda parte do encontro de corpos entre o Tozé Marreco e a irmã do Zé, a Gilda.)

- Oh Zié, vamos ali aquela barraquita buber.
- Ahhn num cunsigo mexer a perna Quinhe, vai lân tu e traje o vuinho pra cân.

(O Quim afasta-se para ir buscar o vinho. O Zé ficou a descansar um bocado deitado na relva que já estava um pouco gasta das pessoas andarem por ali a calcarem. Durante esse tempo, o Zé começa a sentir um pouco de "água" a cair-lhe em cima. Era, claro, o Tozé Marreco que tinha acabado a segunda caimbrada na Gilda)

  - Conversa entre a Gilda e o Tozé Marreco -

- Aiiii que me partiste o cú todo. Até os entrefolhos do cú vieram para fora dizer-te olá. Mas não gostei de já termos dado duas marteladas e não ter recebido o "liquido dos deuses".
- Cala-te puta. Vira para cá o bujão.
- Ai que não vou chegar viva a casa. - Aiiii quê que é isso - AHhhhhhhh ahhh ahhh ahhh ahhh
- ahhhhm ahhhm

(Desculpem, o narrador excitou-se um pouco. Finalmente, chega o Quim.)

- (ler a sussurrar) Foda-se, peneleiros, filhos da puta, deviam lhes nascer um pessegueiro nos antrefolhes do cú ou o caralho. - ZIÈÈÈÈÈÈÈÉÈÈÈÈ OH ZIÈÈÈÈÈÈ
- Que fôi Quinhe?
- Os fuilhos da puta num me derum vuinho, disserum que acabou.
- Oh cum quaralho, Podiaje trazer finos quaralho.
- Eih quaralho boa ideia foda-se.

(Enquanto o Quim estava a ir, reparou numa individua e começou a olhar fixamente para ela, entretanto...)

PUUUUM

(O Quim cai no chãoe por lá fica até que dão por ele e as pessoas apercebem-se que é algo grave e chamam o INEM. Quando o INEM chega o Quim morre por andar com excesso de álcool no sangue.)




quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Histórias estúpidas, que não tem sentido nenhum.

Era uma vez, 3 porquinhos, o Miguelito, o Zequinha e o Petrácio. Nomes dados pelo seu dono que possuía uma quinta pequena. Quinta... Também estou a exagerar, era mais um apartamento T0.



3 dias antes...


- O quê? Dormiste com aquela porqueira da Maria Rita ó Benâncio? 
- Não, eu não dormi nada oh querida.. 
- Vai chamar querida há Maria Rita, essa puta. 
- Não, não lhe chames isso, que eu não paguei nada. 
- Ai o boi. 
- A sério, ouve, foi só para experimentar, tu és muito melhor, fazes uns biquinhos melhores que ela... 
- Queres um agora? 
- Oh oh oh caralho, bota lá. 

Neste momento a Jordânia, ainda marida do Benâncio, começa-lhe a desapertar as calças do Benâncio, mas estava dificil que eram daquelas de botões, teve que ser o Benâncio a desapertar. Adiante, ela puxa-lhe as calças para baixo, começa-lhe a puxar as cuecas, o Benâncio já todo tolo com aquela merda, ela pega num lápis e começa a afiar o bico. O gajo ficou admirado com a situação. 

- Tão caralho? Não me ias fazer um bico? 
- E não vês que já estou? O lápis é teu. 


O Benâncio sai disparado de casa dirigindo-se para o bar das meninas. Lá dentro, o gajo pagou do melhor champanhe a uma bitch, mas ela não quis nada com ele porque já tinha um compromisso com o Quim das Recerbeijas. Só lhe fodeu a garrafa de champanhe e foi-se embora. O gajo desesperado por dar uma paulada viu uma quinta:

- Olha, sa foda, vou passar ca a noite. 

O gajo de todo da cabeça por não ter conseguido dar uma martelada numa gaja, viu um porquito a aproximar-se e pensou:

- Porque não? 

Puxou o rabo do porquito para cima, e zimba-lhe lá para dentro. 

- Foda-se que nem é mau. Eish, é apertadinho.

O gajo veio-se na cara do porquinho em 15 segundos de martelada, sofria de ejaculação precoce. 

O gajo adormece com a trombra de fora, e acorda de manhã com 3 porquinhos a lamber-lhe o dito cujo (confundiram-lhe com a mãe porca). 

O individuo a pensar: 

- Oh oh oh que mel. Tens 3 porquinhos oh da Quinta? Tinhas maninho. Agora são meus. 

O individuo sai da quinta, com os 3 porquinhos dentro das cuecas e encontra um apartamento que diz: "Aluga-se T0" e o gajo: 

- Oh é que nem é tarde. 

O gajo vai a um telefone público, pega num trocos que tinha no bolso e liga para o número indicado. A dona do apartamento combina no local encontrar-se com o Benâncio, Passados 20 minutos lá aparece a gaja: 

- Ohi és tu puta? A dona desta merda? 
- Oh cum caralho, filho da puta. 
- Eii vai-ta foder oh Jordânia. 3 dias casados e nunca me disseste que tinha uma casa? 
- E tu boi de merda? Já andas aí a pinar com porcas e o caralho. 
- Por acaso foi com porcos. 
- Ai que peneleiro de merda, gaysola do caralho. 
- Que quê oh minha vaca? Fodo-te já o cú. 
- Ai o peneleiro de merda...
- Quanto queres por esta merda? Não me apetece andar mais. 
- Por ser para ti, 50 contos. 
- Ai, que, puta, do, caralho, á inflacionar os preços..
- Qué'ssa merda caralho? Inflar, inflatar, ou o caralho, que é isso?
- Ai que puta de burra, não sei. Diz lá quanto queres, um valor justo.
- Justo? Sei lá, olha fica de graça.
- Pronto, era isso que eu queria ouvir.

Lá subiu, entrou sentou-se no sofá, e bateu uma punheta. O normal. Sujou a carpete com os fluidos, e os porquinhos pensando ser leite da mãe foram lá lamber. O gajo olhou para os bichos e pensou:

- Fogo, vocês são do catano. Mais, são do caralho! Que nome é que vos hei-de dar.

Então, tinha lá um poster do Miguel (do que jogava no Benfica) e o gajo:

- Olha, nem é tarde nem é cedo, pumba, tu de manchinhas, vais ser o Miguelito.

Ao mexer a cabeça, à procura de inspiração, viu um flyer do Quim Roscas e Zeca Estacionâncio que tinham uma actuação ali perto.

- Olha que top. Tu aí pirolito vais ser o Quimzinho. Quimzinho, foda-se, puta de nome, Zequinha, esse tá fixe.
- E tu oh cor de rosa - olha de repente para cima da mesa e vê lá uma revista com a Petra (Aquela gaijita da Casa dos Segredos da TVI) - Petra, Petra, tás com o cio, Petrácio. Que nome fixe. Acho que se eu tivesse tido esse nome, nunca tinha metido os meus pais em tribunal por me terem chamado Benâncio.


Fim.