terça-feira, 26 de dezembro de 2017
Para a vida toda
sábado, 13 de fevereiro de 2016
Amo-te!
Parei mesmo à tua frente e fixei-me a olhar para ti. Tu toda
preocupada depressa me perguntaste – Ai o que foi? Tenho alguma coisa na cara?
Não! Respondi-te eu. – É no cabelo, é isso? Não, princesa! Então? Porque estás
a olhar assim para mim? Olho assim para ti porque todos os dias me apaixono por
ti. Apaixono-me, por esse cabelo longo escuro, tão liso, tão macio como cetim.
Apaixono-me, por esses teus lindos olhos verdes que constantemente brilham quando
para eles olho. Apaixono-me, por essas pestanas que tentas arrebitar com rímel.
Apaixono-me, por esse teu narizinho arrebitado. Apaixono-me por esses teus
lábios lindos que só mos apetece beijar. Apaixono-me, por essa tua pela morena,
lisa e macia que vontade de me acariciar me dá e por essas tuas covinhas que te
aparecem na cara quando para mim te ris. Apaixono-me cada dia por tudo o que
está no interior do que eu disse. Apaixono-me, por seres a mulher com o
interior mais lindo que conheci. Apaixono-me por essa tua bondade que te leva a
ajudar uma velhinha com as compras ou a de criares um abrigo para um caracol.
Apaixono-me, por dares sempre a mão ao teu amigo que de ti precisa, mesmo
quando dias antes, a cara de ti desviava. Apaixono-me, por te a mim dedicares. Apaixono-me,
porque quando me ferem, ferida te sentes. Apaixono-me por cuidares de mim e me
teres transformado no homem mais feliz a caminhar à face da terra. Amo-te!
O trabalho Amo-te! de Micael Marques Santos está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional.
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Ler à bêbado e labrego (para fácil compreensão)
- OOOOOUUUHHHH QUARALHO
- Quié Zié?
- Eu num estou bebado.
- Pos não estás a marinar pelo álcool
- Oh Quinhe
- Quié?
- Oh oh Quinhe
- Quié pan?
- Oh Quinhe?
- QUE QUERES QUARALHO?
- Olha-me só aquela catraia eheheheheh
- Ou pan, já estás bebado.
- OOUUUUUHH TOU O QUARALHO. Tou nada pan.
- Tás bebado tas pan.
- Puquê? Puquê que dizes isso?
- Porque aquela catraia é a tua irmã.
- Ahhhhn num vi
- Ohhh Zié
- Dije Quinhe
- Oh Zié
- Diz-me pan, eu num estou bebado. Só um bocadinho vân.
- Olha-me só aquele gajo a comer a tua irmã.
- Que tenhe?
- Tá a comer a tua irmã. É suposto ires lân e partir-lhe a boca.
- Ahh já num me lembrava disso. Vamos lân então.
- AHHHH O QUARALHO. Ela é tua irmã num é minha.
- Ahh poisê poisê, esqueci-me quarago.
(Pum Pum Pum ca buuuuum tchhh)
- Oh Zié, num morras pân. (Choro) - Ainda és muito novo. - Mas tambenhe vamo lá ver, sobra mais vinho eheheheheh
(O Zé começa a abrir o olho direito)
- Ohhh Zié num morreste pân.
- Ehhhh Quinhe dá cân um abraço.
- Eh pân éje mesmo fraco pân.
- OUUH O QUARALHO. O gajo faje ginâsio pân.
- Foda-se se fôsse eu o gajo estava a quaminho do hospitale.
(Tudo isto está a acontecer enquanto o a irmã do Zé está a ser comida pelo Tozé Marreco encostada a uma casa de banho mesmo atrás do Quim e do Zé.
Entretanto, passados 3 minutos o Tozé Marreco atinge o climax e a irmã do Zé, apercebendo-se pede euforicamente para o Tozé se vir na cara dela. Entretanto, o Tozé Marreco tinha outras ideias...)
- OHHHHHH Quinhe.
- Quié Zié? Queres buber?
- Não pân estân a começar a chover.
- Tá nâda pan, isso é do vuinho.
(Enquanto isso, começa a segunda parte do encontro de corpos entre o Tozé Marreco e a irmã do Zé, a Gilda.)
- Oh Zié, vamos ali aquela barraquita buber.
- Ahhn num cunsigo mexer a perna Quinhe, vai lân tu e traje o vuinho pra cân.
(O Quim afasta-se para ir buscar o vinho. O Zé ficou a descansar um bocado deitado na relva que já estava um pouco gasta das pessoas andarem por ali a calcarem. Durante esse tempo, o Zé começa a sentir um pouco de "água" a cair-lhe em cima. Era, claro, o Tozé Marreco que tinha acabado a segunda caimbrada na Gilda)
- Conversa entre a Gilda e o Tozé Marreco -
- Aiiii que me partiste o cú todo. Até os entrefolhos do cú vieram para fora dizer-te olá. Mas não gostei de já termos dado duas marteladas e não ter recebido o "liquido dos deuses".
- Cala-te puta. Vira para cá o bujão.
- Ai que não vou chegar viva a casa. - Aiiii quê que é isso - AHhhhhhhh ahhh ahhh ahhh ahhh
- ahhhhm ahhhm
(Desculpem, o narrador excitou-se um pouco. Finalmente, chega o Quim.)
- (ler a sussurrar) Foda-se, peneleiros, filhos da puta, deviam lhes nascer um pessegueiro nos antrefolhes do cú ou o caralho. - ZIÈÈÈÈÈÈÈÉÈÈÈÈ OH ZIÈÈÈÈÈÈ
- Que fôi Quinhe?
- Os fuilhos da puta num me derum vuinho, disserum que acabou.
- Oh cum quaralho, Podiaje trazer finos quaralho.
- Eih quaralho boa ideia foda-se.
(Enquanto o Quim estava a ir, reparou numa individua e começou a olhar fixamente para ela, entretanto...)
PUUUUM
(O Quim cai no chãoe por lá fica até que dão por ele e as pessoas apercebem-se que é algo grave e chamam o INEM. Quando o INEM chega o Quim morre por andar com excesso de álcool no sangue.)
- Quié Zié?
- Eu num estou bebado.
- Pos não estás a marinar pelo álcool
- Oh Quinhe
- Quié?
- Oh oh Quinhe
- Quié pan?
- Oh Quinhe?
- QUE QUERES QUARALHO?
- Olha-me só aquela catraia eheheheheh
- Ou pan, já estás bebado.
- OOUUUUUHH TOU O QUARALHO. Tou nada pan.
- Tás bebado tas pan.
- Puquê? Puquê que dizes isso?
- Porque aquela catraia é a tua irmã.
- Ahhhhn num vi
- Ohhh Zié
- Dije Quinhe
- Oh Zié
- Diz-me pan, eu num estou bebado. Só um bocadinho vân.
- Olha-me só aquele gajo a comer a tua irmã.
- Que tenhe?
- Tá a comer a tua irmã. É suposto ires lân e partir-lhe a boca.
- Ahh já num me lembrava disso. Vamos lân então.
- AHHHH O QUARALHO. Ela é tua irmã num é minha.
- Ahh poisê poisê, esqueci-me quarago.
(Pum Pum Pum ca buuuuum tchhh)
- Oh Zié, num morras pân. (Choro) - Ainda és muito novo. - Mas tambenhe vamo lá ver, sobra mais vinho eheheheheh
(O Zé começa a abrir o olho direito)
- Ohhh Zié num morreste pân.
- Ehhhh Quinhe dá cân um abraço.
- Eh pân éje mesmo fraco pân.
- OUUH O QUARALHO. O gajo faje ginâsio pân.
- Foda-se se fôsse eu o gajo estava a quaminho do hospitale.
(Tudo isto está a acontecer enquanto o a irmã do Zé está a ser comida pelo Tozé Marreco encostada a uma casa de banho mesmo atrás do Quim e do Zé.
Entretanto, passados 3 minutos o Tozé Marreco atinge o climax e a irmã do Zé, apercebendo-se pede euforicamente para o Tozé se vir na cara dela. Entretanto, o Tozé Marreco tinha outras ideias...)
- OHHHHHH Quinhe.
- Quié Zié? Queres buber?
- Não pân estân a começar a chover.
- Tá nâda pan, isso é do vuinho.
(Enquanto isso, começa a segunda parte do encontro de corpos entre o Tozé Marreco e a irmã do Zé, a Gilda.)
- Oh Zié, vamos ali aquela barraquita buber.
- Ahhn num cunsigo mexer a perna Quinhe, vai lân tu e traje o vuinho pra cân.
(O Quim afasta-se para ir buscar o vinho. O Zé ficou a descansar um bocado deitado na relva que já estava um pouco gasta das pessoas andarem por ali a calcarem. Durante esse tempo, o Zé começa a sentir um pouco de "água" a cair-lhe em cima. Era, claro, o Tozé Marreco que tinha acabado a segunda caimbrada na Gilda)
- Conversa entre a Gilda e o Tozé Marreco -
- Aiiii que me partiste o cú todo. Até os entrefolhos do cú vieram para fora dizer-te olá. Mas não gostei de já termos dado duas marteladas e não ter recebido o "liquido dos deuses".
- Cala-te puta. Vira para cá o bujão.
- Ai que não vou chegar viva a casa. - Aiiii quê que é isso - AHhhhhhhh ahhh ahhh ahhh ahhh
- ahhhhm ahhhm
(Desculpem, o narrador excitou-se um pouco. Finalmente, chega o Quim.)
- (ler a sussurrar) Foda-se, peneleiros, filhos da puta, deviam lhes nascer um pessegueiro nos antrefolhes do cú ou o caralho. - ZIÈÈÈÈÈÈÈÉÈÈÈÈ OH ZIÈÈÈÈÈÈ
- Que fôi Quinhe?
- Os fuilhos da puta num me derum vuinho, disserum que acabou.
- Oh cum quaralho, Podiaje trazer finos quaralho.
- Eih quaralho boa ideia foda-se.
(Enquanto o Quim estava a ir, reparou numa individua e começou a olhar fixamente para ela, entretanto...)
PUUUUM
(O Quim cai no chãoe por lá fica até que dão por ele e as pessoas apercebem-se que é algo grave e chamam o INEM. Quando o INEM chega o Quim morre por andar com excesso de álcool no sangue.)
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