Caputo de banda, um orgulho nacional.
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Menina queima Corão e é presa
Uma menina cristã de 11 anos, com síndrome de Down, foi acusada de blasfémia e presa em Islamabad, por queimar uma dezena de páginas do Corão, informou a Comunidade Cristã do Paquistão.
A ‘Christians in Pakistan’ denunciou a detenção da menina através da sua página na Internet, referindo que a menor foi detida na sexta-feira passada na zona de Umara Jaffar, na capital paquistanesa, precisa a Efe. Uma alta patente policial da esquadra de Polícia de Ramna, da qual depende Umara Jaffar, confirmou ao diário ‘Express Tribune’ que se tinha registado uma acusação contra a menina. A controversa lei da blasfémia, aprovada durante o mandato do ditador militar Mohamed Zia-al-Haq (1977-88), contempla a possibilidade da pena de morte por difamação contra o Islão ou ao seu profeta.
A ‘Christians in Pakistan’ denunciou a detenção da menina através da sua página na Internet, referindo que a menor foi detida na sexta-feira passada na zona de Umara Jaffar, na capital paquistanesa, precisa a Efe. Uma alta patente policial da esquadra de Polícia de Ramna, da qual depende Umara Jaffar, confirmou ao diário ‘Express Tribune’ que se tinha registado uma acusação contra a menina. A controversa lei da blasfémia, aprovada durante o mandato do ditador militar Mohamed Zia-al-Haq (1977-88), contempla a possibilidade da pena de morte por difamação contra o Islão ou ao seu profeta.
Segundo a Efe, esta legislação tem sido utilizada para saldar contas por inimizades pessoais com elementos de grupos religiosos minoritários, entre denúncias de numerosos activistas e defensores dos Direitos Humanos que defendem que seja derrogada.
O Estado do Paquistão foi constituído em 1947 como pátria dos muçulmanos do subcontinente indiano, professando cerca de 97 por cento da população o credo muçulmano, segundo o mais recente censo das autoridades. in Correio da Manhã
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Restaurante oferece desconto a quem não levar telemóvel
Um restaurante norte-americano resolveu começar a oferecer descontos aos clientes que optem por deixar o telemóvel à porta do estabelecimento.
A ideia partiu dos responsáveis do Eva Restaurant, situado em Los Angeles, que estão a oferecer 5 por cento de desconto nas refeições a quem deixar o telemóvel (ou outro equipamento electrónico) à porta de entrada.
O objectivo, segundo contou um dos donos a uma estação de rádio local, é diminuir o comportamento de pessoas que passam demasiado tempo agarradas aos seus gadgets em vez de apreciarem a refeição.
Em declarações à rádio KPCC o chef Mark Gold revelou que metade dos clientes já aderiram à iniciativa.
O responsável considera que «para nós, não se trata realmente do problema de importunar os outros clientes. O Eva é como a casa, queremos ter um ambiente caseiro e queremos que as pessoas se liguem outra vez».
Mark Gold acrescenta que a iniciativa consiste «em duas pessoas sentarem-se juntas e apenas falarem, sem a distracção do telefone».
A ideia partiu dos responsáveis do Eva Restaurant, situado em Los Angeles, que estão a oferecer 5 por cento de desconto nas refeições a quem deixar o telemóvel (ou outro equipamento electrónico) à porta de entrada.
O objectivo, segundo contou um dos donos a uma estação de rádio local, é diminuir o comportamento de pessoas que passam demasiado tempo agarradas aos seus gadgets em vez de apreciarem a refeição.
Em declarações à rádio KPCC o chef Mark Gold revelou que metade dos clientes já aderiram à iniciativa.
O responsável considera que «para nós, não se trata realmente do problema de importunar os outros clientes. O Eva é como a casa, queremos ter um ambiente caseiro e queremos que as pessoas se liguem outra vez».
Mark Gold acrescenta que a iniciativa consiste «em duas pessoas sentarem-se juntas e apenas falarem, sem a distracção do telefone».
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